Com foco na resolução de conflitos familiares, foi realizada, no sábado (9) e domingo (10), a 2ª etapa do workshop de resoluções de conflitos utilizando as Constelações Familiares, no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, coordenado pela promotora de Justiça Sílvia Canela, coordenadora do Núcleo de Mediação, Conciliação e Práticas Restaurativas de Santana, que contou com a participação da especialista Marilise Einsfeldt.

 

De acordo com Einsfeldt, a continuidade do trabalho, que iniciou em agosto, teve retorno positivo. “Agora teremos o aprofundamento daquilo que nós já vimos no 1º módulo e daremos continuidade com novos temas. Tudo o que foi visto está interligado! Cada vez que as partes envolvidas em um conflito participam de um evento de Constelações familiares, na maioria das vezes as pessoas fazem conciliação, entram em acordo, resolvendo da melhor forma suas questões. E este encontro em Macapá tem o objetivo de treinar e potencializar os profissionais da área, para que possam praticar o que aprendem com aqueles que precisam e procuram”, ressaltou Marilise Einsfeldt.

 

Neste módulo, os temas abordados foram: hierarquias; desejo de justiça; a dinâmica da força dos excluídos; filhos legítimos e ilegítimos, abortos; relações entre pais e filhos; para os ajudantes: a coragem de fazer o mínimo; os traumas: como as constelações podem agir; como as adoções podem dar certo; precedência no relacionamento de casal; separações e vínculos indissolúveis; equilíbrio entre dar e receber e movimentos curativos.

 

As “Constelações familiares” têm como base o movimento de cura, e segundo Einsfeldt: “uma terapia não convencional”. Ela comanda a sessão do grupo de participantes de forma dinâmica, observando os movimentos corporais das pessoas que se associam ao sistema de quem trouxe a questão, mostrando o que precisa ser olhado.

 

De acordo com a promotora de Justiça Sílvia Canela, o trabalho desenvolvido busca implantar a cultura de paz na sociedade e as oficinas são essenciais para a capacitação e posteriormente o desenvolvimento dos projetos. “Esta metodologia é uma filosofia de vida. Traz-nos uma nova visão de vida e de como solucionar conflitos. É um trabalho realizado no Brasil inteiro no âmbito judiciário, que acontecia apenas de forma particular. Quando o Dr. Sami Storch iniciou, ganhou uma grande proporção com a efetividade”, explica a promotora de Justiça.

 

“Quando vivenciamos o momento durante as Constelações, acontece uma transformação na alma, é impressionante! A paz nasce na mente do homem e precisamos ter essa consciência e nos autoconhecer. E o trabalho do Ministério Público tem uma relação muito próxima com o objetivo das Constelações Familiares, e os valores que são os mesmos, como: pertencimento, empoderamento e respeito, que se interligam com o trabalho da Justiça Restaurativa. Ou seja, nosso trabalho é busca pacífica dos conflitos”, concluiu Sílvia Canela.

 

Estiveram presentes na Oficina servidores do MP-AP, membros e servidores do poder judiciário, voluntários do Núcleo de Mediação e sociedade civil organizada.

 

 

Camila Karina

Asscom / MP-AP

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