MP comunitário Laranjal do Jari 1O programa MP Comunitário do Ministério Público do amapá (MP-AP), atendendo solicitação da Promotoria de Justiça de Laranjal do Jari aplicou palestras e rodas de conversa com professores e alunos dos estabelecimentos de ensino do município, nos dias 9 e 10, a fim de promover a integração e motivação no combate à evasão escolar. Diretores de Escolas públicas e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá – IFAP, Campus Laranjal do Jari, procuraram a instituição visando encontrar uma solução para motivar os alunos a concluírem seus estudos.

A promotora de Justiça Samile Alcolumbre, coordenadora das Promotorias de Laranjal do Jari, solicitou ao MP Comunitário a aplicação de palestras e rodas de conversa com professores e alunos, em função dos elevados índices de violência, repetência, desmotivação e evasão escolar.

No Campus de Laranjal do Jari do IFAP foram aplicadas palestras para alunos dos três turnos e Roda de Conversa com professores e servidores do Instituto. Nas rodas, ficou destacada a necessidade de se aplicar os círculos com os alunos, como forma de integrá-los e motivá-los a terminarem seus cursos. Há 8 anos instalado no município, o Instituto promove cursos em nível técnico e superior e, segundo a diretora, professora Marianise Paranhos, é muito alto o índice de evasão, o que a motivou a procurar o MP-AP.

MP comunitário Laranjal do Jari 3Nas Escolas Estaduais Mineko Hayashida e Sonia Henrique Barreto foram aplicadas palestras para cerca de 400 alunos, com tema direcionado ao enfrentamento às drogas e à violência.

De acordo com gerente do MP Comunitário, José Villas Boas, são muitos os pedidos de participação do MP-AP nas escolas e nas comunidades, na promoção dessas atividades. No caso da região do Jari, esta vem passando por uma crise de desemprego em massa, fato que, além de provocar forte instabilidade na economia, também gera conflitos e desordem social, afetando diretamente dos jovens.

MP comunitário Laranjal do Jari 4“Estamos dando a nossa contribuição no enfrentamento à violência, ao uso de drogas, evasão escolar e desestímulo. Nossas palestras são motivacionais e as rodas de reflexão permitem novas oportunidades de convivência às pessoas”, informou o Gerente.

Segundo a promotora de Justiça, têm sido elevadas as demandas relativas a casos de violência envolvendo jovens e adolescentes. “Muitas situações poderiam ser evitadas se tratadas com prevenção. A falta de postos de trabalho e de oportunidades concorre para esse quadro e precisamos estar próximos às pessoas com dificuldades para auxiliá-las”, enfatizou Samile Alcolumbre.

As ações serão estendidas também para Vitória do Jari, a pedido da Promotoria de Justiça daquele município.

 

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Gilvana Santos

Ascom MP-AP

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